Horários do comércio e serviços para este fim de semana

No decurso da decisão do Conselho de Ministros datada de 12 de Novembro, os horários do comércio e serviços no concelho de Palmela, para este fim de...

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No decurso da decisão do Conselho de Ministros datada de 12 de Novembro, os horários do comércio e serviços no concelho de Palmela, para este fim de semana, são os seguintes:

Horários gerais

A generalidade do comércio e restauração apenas pode funcionar entre as 08h00 e as 13h00, no sábado e domingo.

Por esse motivo, hipermercados, grandes superfícies comerciais, cafés, pastelarias, centros comerciais, lojas de roupa e outros, encerram também às 13h00.

Exceções

A partir das 13h00 de sábado e domingo, apenas podem funcionar, até à hora habitual de encerramento:

–     Comércio de produtos alimentares, bem como naturais ou dietéticos, de saúde e higiene, com área igual ou inferior a 200 metros quadrados, com entrada autónoma e independente a partir da rua;

–      Restaurantes e similares, independentemente da área de venda, exclusivamente para entregas ao domicílio;

–      Farmácias;

–     Funerárias;

–    Consultórios, clínicas e centros de atendimento médico-veterinário com urgências;

–      Postos de abastecimento de combustíveis (não sendo permitidas as atividades de cafetaria e/ou restauração);

–     Aluguer de automóveis (de passageiros ou mercadorias);

–    Alojamentos;

Horários de abertura

Durante o fim-de-semana podem continuar a praticar o horário de abertura habitual os estabelecimentos que até à data abriam antes das 8h00.

Ou seja, cafés, pastelarias, padarias ou outros estabelecimentos que habitualmente abrem antes das 8h00, podem continuar a fazê-lo durante o fim-de-semana.

Os mercados municipais mantêm a sua abertura às 7h30.

Antecipação de abertura dos supermercados

A propósito das notícias sobre a antecipação de abertura por parte de algumas cadeias de supermercados, a Câmara Municipal de Palmela preparava-se para não permitir a alteração dos horários de funcionamento.

Esta foi uma decisão acordada entre os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa, mas que não veio a ser necessária devido à Resolução do Conselho de Ministros, entretanto publicada.

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