Pinhal Novo “ganha” Centro de Transferência de Resíduos Valorizáveis

Pinhal Novo foi o local escolhido pela Câmara de Palmela para acolher o Centro de Transferência de Resíduos Valorizáveis. A funcionar em pleno a partir desta terça-feira,...

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Pinhal Novo foi o local escolhido pela Câmara de Palmela para acolher o Centro de Transferência de Resíduos Valorizáveis. A funcionar em pleno a partir desta terça-feira, este novo espaço vai permitir aos munícipes do concelho, proceder à entrega de resíduos para reciclagem com um volume superior ao admitido nos ecopontos, ou para os quais não existem contentores atribuídos.

Neste sentido e de acordo com a vereadora do Ambiente, Fernanda Pésinho, “com a entrada em funcionamento deste centro, que numa fase inicial, servirá a população do concelho, prevendo-se que posteriormente possamos abrir outros centros nas restantes freguesias do nosso território, os cidadãos possam entregar resíduos verdes, monos e velharias, terras e entulhos, até 2m3, em vez de os abandonarem na via pública e fora das datas de recolha”.

“A preferência pelo uso do centro tem consequências positivas para o ambiente, uma vez que os resíduos ali depositados podem ser valorizados, entrando na cadeia de reciclagem e seguindo para outros destinos apropriados. Há, também, importantes mais-valias para o espaço urbano, com o acondicionamento devido dos resíduos até à sua transferência, melhorando a imagem urbana, a salubridade e reduzindo custos com a limpeza”, sublinou a autarca.

Fernanda Pésinho recordou que actualmente, em Pinhal Novo, são recolhidas na via pública cerca de 16 toneladas de monos e monstros e mais de duas toneladas de verdes por mês.

Refira-se que o Centro de Transferência de Resíduos Valorizáveis – um investimento da autarquia de cerca de 10 mil euros, com grande parte da obra executada por administração directa.

A funcionar de terça a sexta-feira, das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, e aos sábados, das 9h00 às 13h00, este projecto-piloto permite dotar a vila de Pinhal Novo “de novos mecanismos de protecção e defesa ambiental”, considerou Manuel Lagarto, presidente da Junta de Freguesia.

 

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