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Inauguração do Centro de Recolha Oficial de Animais

“Se recolheres um cão que ande meio morto podes engorda-lo e não te morderá essa é a notável diferença que existe entre um cão e um homem” foi com esta citação de Mark Twain que o presidente Álvaro Amaro deu inicio a uma nova etapa na vida dos animais errantes do concelho que ganharam uma nova casa, até que alguém decida adopta-los e assim arranjar um amigo para a vida. Os primeiros hospedes não podiam ser mais simpáticos e bem educados, meninos e menina, agora bens instalado aguardam por visitas. Perante a presença de autarcas, veterinários, SEPNA, instituições que resgatam animais abandonados, activistas que trabalham nesta área e outras entidades, o presidente e a vice-presidente da Câmara de Palmela descerraram a placa do CROA- Centro de Recolha Oficial de Animais. Para Álvaro Amaro “este é um equipamento municipal que garantirá todas as condições de bem estar segurança e defesa dos animais errantes recolhidos pelos município”. Trata-se de um investimento orçado em cerca de 133 mil euros, que “veio preencher uma necessidade há muito sentida, no concelho e cumprir mais um compromisso de mandato que tínhamos assumido com a população” frisou. O edifício, com uma área de cerca de 240 metros quadrados, tem doze compartimentos para alojamento de cães, gatil, maternidade, enfermaria, zona de quarentena, sala de actos médicos, gabinete veterinário, sala de higienização e outras instalações de serviço. Tem ainda instalações destinadas ao publico o que “vai melhorar as condições de acolhimento a quem vêem a este espaço com intenção de adoptar”, disse ainda o presidente que por outro lado recordou que “estamos a elevar os padrões de qualidade do bem-estar animal. Queremos contribuir para a garantia e defesa dos direitos dos animais que connosco criam laços tão fortes e verdadeiros e que são tão expressivos nos seus sentimentos e por vezes tão indefesos e expostos a perigos vários”. O edil lamentou que em “Portugal ainda exista algum atraso uma vez que só nos últimos anos estas questões estão mais na ordem do dia. Mas mais vale tarde que nunca”.    

Edição n° 1349